domingo, 31 de dezembro de 2017

Knowledge 342 - Dub-Stuy



"O conhecimento une cada um consigo mesmo e todos com todos." 
(José Saramago) 

Esta semana, recebemos no Knowledge, a Dub-Stuy Records.


 

sábado, 30 de dezembro de 2017

Substantial Audio fecha o ano ao som de B-Say


Depois do lançamento de Dench, a Substantial Audio apresenta-nos o EP "B-Say", um trabalho do produtor britânico DJ B-Say, um dos residentes da Subtle FM. 

Este novo lançamento tem na sua base o minimalismo do Dubstep, onde as paisagens e atmosferas tomam o foco principal. As duas primeira faixas têm na sua composição instrumentos étnicos. Em "Prophet", uma guitarra com uma sonoridade árabe é reverberada e contracena com uma percussão grave e lenta. Em "Jazz Flute", uma flauta oriental é complementada com um ritmo stepper e com percussões muito focadas no contratempo.

Destaque ainda para a última faixa deste disco, "Abyss", na qual o sintetizador nos remete para os graves de Leon Switch e que nos transporta para um tema recheado de growls e de stabs.

Um disco que vale a pena escutar, e que já está disponível, desde o passado dia 22 de Dezembro.


António Ramires
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quinta-feira, 28 de dezembro de 2017

Deep Medi e Gantz juntos na ultima badalada


A editora inglesa Deep Medi, anuncia (alto e bom som) o regresso de Gantz, com um novo EP (ainda) em 2017.

Tido como um dos mais inquietantes e inovadores produtores na cena bass actual, Gantz não podia fechar o ano sem fazer o gosto as colunas. Ladeado por nomes como Elif Dikec, D£DW8 e Rider Shafique, Gantz entrega "Dying On Acid" sobre a linha da meta, mas não se deixa levar por facilitismo de ultima hora (como alguns podem supor), entregando um EP que apesar de nos agarrar, não é de digestão rápida e fácil.

Agendado para o dia 31 de Dezembro, MEDI099, estará disponível tanto em vinil, como em formato digital, nas habituais plataformas.

domingo, 24 de dezembro de 2017

Knowledge 341 - Southpoint



"A clareza de propósito é o ponto de partida de todo o sucesso." 
 (W. Clement Stone) 

Esta semana o Knowledge, é dedicado a sempre activa Southpoint, na voz do seu cofundador Josh Gunston. 


 

sábado, 23 de dezembro de 2017

Basstrip 179 - Primer


Chegada ao fim mais uma aventura pelo "Novíssimo Mundo", a basstrip ruma agora a América do Norte, para conhecer Primer

Primer é um jovem produtor, que tem vindo a encantar a cena underground com as produções visuais, carregadas de energia. Com dois trabalhos lançados em nome próprio, via bandcamp, cá fora, Primer verá 2018, trazer o seu primeiro lançamento oficial.







quinta-feira, 21 de dezembro de 2017

Gleb Choutov avança Immer Wieder


É este o nome do novo extended play, do sempre impressionante produtor alemão Gleb Choutov

Após uma série de trabalhos editados pela Foundation Audio, Deep, Dark & Dangerous e re:st e aclamados pela crítica. "Immer Wieder EP", coloca em ênfase as suas explorações sónicas, ao nível do Dubstep e Breaks contemporâneos, ligados por uma forte abordagem experimental multifacetada, que teve no selo da Sub Audio a casa perfeita.

 

terça-feira, 19 de dezembro de 2017

Biome assina pela Kaizen


Há movimento na obscuridade, metáfora que se cola à pele dos milhares que fazem da música a sua vida, Biome é um deles. 

Com um já vasto pecúlio discográfico do seu lado, o mancunian Biome, atenta à luz com o seu novo registo, "Fargo", que gira em torno de vários géneros, entre os quais se contam o garage, bass, techno e o dubstep, e que vem com o selo da Kaizen.

 

domingo, 17 de dezembro de 2017

Knowledge 340 - Fill Spectre



"O portal para o conhecimento só nos serve quando não houver fechaduras que o impeça de fluir." (Glauber Lima) 

Para o Knowledge de hoje, convidamos Fill Spectre a partilhar connosco, alguns dos seus segredos em termos de produção e deixar umas dicas.


 

sábado, 16 de dezembro de 2017

D-Operation Drop assina DSR7005


Quem o anuncia é a Dubbing Sun. "High Trees", o novo cut dos D-Operation Drop, acaba de chegar até nós, sendo que de acordo com a editora, o novo disco é o um "heavyweight stepper with serious bassweight vibes with a touch of Dub", sendo que no lado B conta com um remix simplesmente assassino, assinado por Digid & Dubbing Sun.

sexta-feira, 15 de dezembro de 2017

Badman Studios apresenta Horns Dub de Leaf


É a Badman studios que nos dá as notícias: "Horns Dub", o mais recente trabalho do norte-americano Leaf, já se encontra disponível, para gáudio dos fãs e aqui da casa. Depois de "Ayahuasca" e "Snakeweight" editados durante o corrente ano, chega nos agora um novo extended play, com 2 faixas originais e dois remixes, assinados pelos pesos-pesados Dj Madd e Bukkha

O novo disco pode ser ouvido desde já no Bandcamp - ou sem sair daqui, clicando no play ali em baixo. Já disponível nas principais distribuidoras digitais, "Horns Dub" encontra-se igualmente disponível em vinil de 12", de edição limitada.

 

quinta-feira, 14 de dezembro de 2017

TSDcast 66 - Ramsez Entrevista + Mix


E com enorme orgulho, que fechamos mais um ano de TSDcast, ao som de Ramsez!


Take a Step to Dub- Hi Sven! How 2017 treated you? What’s new in the world of Ramsez?

Ramsez - 2017 has treated me great. It was the year of my very first EP which came out on Version Collective back in January. This is definitely the year where I made the most music and got most of my music signed. I made a lot of new friends in the community and am perfectly prepared for what is coming in 2018.

TSD - Although you’re no stranger to the digital community surrounding bass music, could you tell us a little about yourself for the guys who are new to Ramsez?

R - I was born and raised in Bremen, Germany and was a hip hop head all my life. When I got into DnB and other bass music genres I discovered Dubstep and fell in love immediately. After that moment it was the main thing I listened too. I started to DJ after I moved to Holland (for my studies). I got to know Dutch Grime Boss JLSXND7RS on a party and he pushed me to also make music instead of just playing it. 4 Years later I am still in love with it, and pushing my sound to the next stage.

TSD - Outside of production, what other interests or hobbies do you dabble in? Do any of these activities inspire you creatively when returning to the studio?

R - I am also a Bboy and dance for longer than 10 years already and I am an industrial Design Student. Dancing breakdance can be very similar to making music. While dancing I express myself though different shapes and rotations my body can make, in music I do it with thoughts and sounds. For me personally the approaches of these two are the same: get inspired by something, fuse it with your own ideas and create something new. When I started making music it also gave me a new perspective on dancing and design. This works the other way around as well. I love to see how all these different things are somehow connected and bring out the best in each other. 

TSD - How would you try to explain the thought processes and emotions that go into making tracks?

R - As it goes for me I have never made a track entirely out of emotions of a specific thought. Most of the time I just sit on my laptop and experiment with stuff until I find something that I like. Although I noticed that some of my tracks deliver a certain emotion and most of the time the emotions fit the way I felt that day. So basically the emotions got into the track subconsciously without me noticing. When I have a specific idea I try to translate it into the DAW without distractions until the idea sits. In almost all cases the song still changed and went to a different direction than planned. Which is not a bad thing in my opinion, but I am still learning to translate the ideas more accurate into my music.


TSD - You've dropped your first EP last January on Version Collective. Tell us a bit about the release and how you came up with the concept….was it inspired by anything in particular?

R - The ep as a whole wasn’t inspired by anything in particular; it’s more or less a collection of my best tunes at that time. I made “Vibin”, “Boston Cream splat” and “Purple Pyramide” together and planned them as an ep. I sent it to a couple of labels and Drew´s Theory answered immediately that he loved the tracks. I was so stoked about it, because Version Collective had been on my radar for a while. I continued to send him more tunes and he wanted to release them together with the original three. I was more than happy to see my older tunes were release worthy as well and that’s how the 3 track ep became a 7 track ep. I am still super proud of the ep and “Purple Pyramide” still holds the title of one of my favorite tunes I produced myself.

TSD - So in your opinion, who is the audience that identifies with your music?

R - Well in general I make music for myself. I make it the way I fell in love with it. I love deep dubstep but I originally fell in love with the heavier side of dubstep, like old scream for example. On the other hand I don’t really like the Brostep sound á la Skrillex. So I want to make deep dubstep with a pinch of heaviness. I like it heavy but it has to be organized and has to have a purpose. Making crazy sounds just for the sake of heaviness isn’t really my thing. So I guess people who like my music think like me. They like their dubstep deep and dark, but also colorful and danceable. They like it diverse and love the different faces of dubstep.  A steady groove that keeps the body moving and sounds that keep the mind awake.

TSD - What are your views on the current state of Dubstep in the Netherlands and how do you see the genre progressing over the next 12 months?

R - The Netherlands are doing well at the moment. There are several party’s, both established concepts and up and coming projects. Although there is a lot of Riddim and heavier dubstep I notice more and more deep heads who are pushing things forward. There are a lot of producers to look out for and I think they will keep continuing to bring in new fire over the next 12 months.  You should definitely keep an eye out for the likes of Hebbe, Melle, Sweepa, Cubiqle and Madster, who are as well a part of the Version Collective family and I am more than happy to be able to work with them.

TSD - We always like hearing about up and coming producers to look out for. Are anyone you caught your attention at the moment?

R - Like mentioned before you should look out for Hebbe, Melle and Sweepa, those three keep bringing the fire every time. Furthermore I am a big fan of Distinct Motive and Kloudmen right now, but you probably already know about them. Roklem Dubs from Cologne is definitely someone to look out for. This guy has an incredible workload and always brings the heat. Reaction, Wraz and my boy Darkraqqen are producing dope beats as well and are a force to reckon with. My up and coming favorites from last year (Mr.K and Dalek One) are gaining more and more respect in the scene too and I think you wont get rid of these guys anytime soon. And finally my boy JLSXND7RS. He has been on the rise this year and in my opinion is the Dutch king of grime. It’s only a matter of time before you see him everywhere.

TSD - You were quite excited about the mix you put together for us. Tell us a little bit about the selection process, down to the final recording?

R - Yeah, I am really excited about this mix. It is the first mix I ever did which only contains tunes I have worked on, whether it’s an original or a remix. I have always had problems with mixing my own tunes together so it was a nice experience to create a mix only with them. I am very excited about this because it contains unreleased and forthcoming material as well as my very first solid tunes. So it’s kind of a documentation of the journey I took so far in music. With this mix you can see what I am about as a producer and you might be able to guess what to expect from me in the future.

TSD - Thank you for your time brother, all the best for the future. Are there any final comments / shoutouts you wanna share to wrap things up?

R - I want to thank everybody who has guided me or walked this journey along with me. Special Shoutouts to JLSXND7RS, without whom I would have never started producing. Shout out to Benny Fishel of Subworld Audio who put out my first tune ever on Subworld audio. He gave me the courage to value myself more and the strength to send my music to other people. Shout out to Drew´s Theory, Label owner of Version Collective who ultimately put me on the map. Shout out to everybody who gave me feedback when I needed it, shoutout to all the people who worked with me or let me remix their tune. And of course shoutouts to everybody who has supported me by listening to my music, spreading the word or buying my stuff.

Without those guys I would not be where I am today, and of course this is not the end of my journey, it is just the beginning. There are some big things coming in 2018!

And finally thank you for having me and giving me the opportunity for this interview. 

terça-feira, 12 de dezembro de 2017

SYSTEM aposta em Samba & Sepia


Se experimentalismo e 140bpms é a vossa cena, se Samba & Sepia vos enchem as medidas, se calhar valia a pena ouvirem o novo single "Hooves", da dupla inglesa. 

Editado pela System, "Hooves" distingue-se desde de logo, pelo risco e experimentação ao nível dos padrões da bateria, o que é de aplaudir, e só vem provar que se crescer errado é assim, imaginem que seria ter nascido certo. 

Como sempre, SYSTM019 esta apenas disponível em vinil, sendo que no lado A, podem encontrar "Kami" de Samba. 

 

domingo, 10 de dezembro de 2017

Knowledge 339 - I Love My Label



"O conhecimento é um processo de aprendizagem que nunca se limita." 

Esta semana, dedicamos o Knowledge ao documentário, I Love My Label — A edição independente em Portugal. 


 

sábado, 9 de dezembro de 2017

Basstrip 178 - Bokeh


Aproveitando a nossa estadia na Oceania, esta semana cruzamos o mar da Tasmânia, em direcção a Nova Zelândia, para conhecer melhor Bokeh

Natural da sempre activa Auckland, Bokeh emerge por entre linhas de Grime e Uk Bass, fundidas com o tradicional 4x4 das pistas de dança. Visto como um, dos mais interessantes produtores, dos kiwis nos dias de hoje, Bokeh conta já com trabalhos editados, por labels como Averted Vision, SweetBox e Get Loaded Records. 




quinta-feira, 7 de dezembro de 2017

Muttley ruma ao Southpoint



Por esta altura já sabem que Muttley, tem novo trabalho a sair pela Southpoint. Alguns mais sortudos, até já o terão escutado, porem para a plebe em geral, anuncia-se que está disponível desde hoje, aquele que é o sucessor de "Commissioner", editado no inicio deste ultimo trimestre.

"Yam Yam", está aqui para vos arrancar do marasmo pré-natal, que pode ou não vir ai... é só seguir o link.

 

terça-feira, 5 de dezembro de 2017

Anex apresenta as suas Theories Of Self


Já tínhamos saudades do inglês Anex... certo?! Pois isso termina aqui! Para fechar 2017 em beleza, o produtor de Nottingham, acaba de avançar com o seu primeiro trabalho de longa duração. 

Chama-se "Theories Of Self" e é o sucessor do 2014 "Heartbeat EP". Disponível desde do passado dia 1 de Dezembro, em edição de autor, via bandcamp. "Theories Of Self" verá todo o seu lucro, revertido a favor da instituição de caridade, Framework.

 

domingo, 3 de dezembro de 2017

Knowledge 338 - BASSTIDORES



"Conhecimento: uma pequena luz que ilumina a escuridão!" 

Esta semana no knowledge, exploramos os BASSTIDORES da cena bass brasileira, pela lente da SubVertentes.


 

sábado, 2 de dezembro de 2017

Bukkha esta de regresso a Moonshine com Unity EP


A Moonshine Recordings continua a sua streak de lançamentos, agora com o mais recente trabalho de Bukkha, "Unity EP". O produtor originário de Lafayette, Louisiana, e que reside actualmente em Espanha, lança o seu segundo disco por esta editora, na seguimento do seu "Rulling Sound", que conta com a participação de Junior Dread e Skelli Skell e ainda com uma remistura pelas mãos TMSV. Já passou também por editoras emblemáticas como a ZamZam Sounds, a Dub-Stuy Records e ainda a Killa Sound. 

Este disco enquadra-se na sonoridade clássica da Moonshine Recordings, começando com um stepper intitulado "Unite (Get Up)". Esta faixa conta com a participação de Clinton Sly, que dá voz a uma tema cheio de influências Reggae. 

A segunda faixa, "A Burial (Soundbwoy Gets His Wings)", que conta com a voz de Don Fe, tem o mesmo enquadramento da anterior, mas com um ritmo mais acelerado. 

O tema "Peacemaker" tem a voz de Blind Prophet e é uma faixa muito mais influenciada pelo Dub e pelo Dubstep. Uma faixa muito mais minimalista, na qual os reverbs e os delays se espalham espacialmente, chamando sempre a atenção para diferentes elementos. Um wobble vai navegando pela panorâmica, atribuindo ao tema o grave mais forte e mais presente deste disco. 

A encerrar o disco temos "Dark Future (Murder Sound)", um tema bastante acelerado, com fortes influências do Drum and Bass e do Jungle para além do Dubstep habitual, que remete para o estilo de produção de TMSV. 

O EP já está disponível desde o dia 24 de Novembro, e pode ser ouvido e comprado no link que disponibilizamos, já aqui em baixo.


António Ramires 
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Dubplate | www.facebook.com/dubplateruc

sexta-feira, 1 de dezembro de 2017

6 Dias 6 vozes - 2017



Num abrir e fechar de olhos, entramos na recta final de 2017, e tal e qual qualquer estabelecimento comercial, está na altura de avaliar o ano que passou, e fazer o balanço & inventário do que ficou para trás. 


Para tal, convidamos seis bassheads, a dar-nos o seu feedback do universo Bass em 2017.



Fechamos aqui a nossa analise da cena bass em 2017, esperamos que tenham gostado (não deixem de partilhar a vossa opinião nos comentários também), damos agora a palavra a Sandro Silva:

TSD - Boas Sandro, apesar de ser uma pergunta mais do que clichê, nesta altura do ano. Que análise fazes do universo Bass em 2017?

Sandro Silva - Acho que foi mais um bom ano para quem esteve atento, com alguns artistas e editoras a estabelecerem-se de forma mais marcada, e um avanço no tipo de som a ser produzido, o que é sempre bom de forma ao mesmo não estagnar e não se repetir o que já foi feito. Continua a haver bom bass para se ouvir, e para todos os gostos. 

Por cá, a crew Mais Baixo continua a fazer showcase do Soundsystem por eles construído e tivemos a visita do Mala a Lisboa, que não desiludiu de forma nenhuma. O que mais pedir?

TSD - Posto isto, quais foram os nomes e trabalhos, que mais se destacaram para ti, durante o ultimo ano?

S - Acima de todos os outros penso que a EVA808. Dois EP’s dela este ano, “Oyuki” e “Prrr / ALL CAPS” e tanto um como o outro são muito bons, ela tem um som bem próprio, funde alguns elementos de hip-hop com o dubstep (até houve homenagem a MF DOOM no tema ALL CAPS) e sai-se muito bem. 

Pinch voltou com 2 EP’s também, Brain Scan e Water Bomb, ambos da qualidade a que nos habituou.

Os Truth com um dos temas do ano, “Lion”, na Deep Medi, que acho que só perde o título para o Prrr da EVA808.

Em termos de editoras, destaques para a Crucial Recordings com o Crucial EP Volume 1 que tem temas de Saule & Moonstones, Mesck (também gostei muito do The Veil dele), Sleeper, Oxóssi e Samba. A White Peach e Chord Marauders também tiveram bons lançamentos este ano, onde destaco os álbuns de Geode e Jafu, Beluga e Second Impressions respectivamente, na Chord Marauders, como se sabe uma editora com um dubstep mais melódico, muitas vezes com uns toques no jazz, ambos grandes trabalhos, o Geode eu já nem sei o que diga, sempre que lança alguma coisa vai para os meus favoritos. 

Em retrospectiva um grande ano, nem dá para escrever tudo o que houve de bom, senão nunca mais saía daqui hahah

TSD - Para fechar e como não podia deixar de ser. O que esperas para 2018?

S - Gostava que houvesse uma aposta mais forte por parte dos promotores na bass music, nos 140 bpm. 

Pelo Mala tenho a certeza que não fui o único a fazer mais de 100 km, mas tenho certeza também que com outros artistas e com maior frequência de noites de dubstep, não se deixava de encher as venues. E não centrar tanto a coisa em Lisboa! 

De resto, e como sempre acontece, espero que continuem a aparecer novos artistas com novas ideias, e que a nossa comunidade continue assim unida e a dar apoio aos que nos fazem mexer os pés. Isto é dar e receber, e não só no Natal.



5ª Parte, assinada por Tiago de Almeida vindo de Berlim (DE)

Take a step to Dub - Boas Tiago, apesar de ser uma pergunta mais do que clichê, nesta altura do ano. Que análise fazes do universo Bass em 2017?

Tiago - Acho que esse universo continua em expansão. O meu interesse sempre esteve mais no que se passa nas fronteiras e intersecção de géneros ou experimentação e este ano houve bons exemplos de álbuns que verdadeiramente puxam barreiras. 

TSD - Posto isto, quais foram os nomes e trabalhos, que mais se destacaram para ti, durante o ultimo ano?

T - Para mim a perfeita definição de Dub nos dias de hoje ainda é o The Bug. Tanto o álbum com Earth, “Concrete Desert” como o último 12” “Bad/Get Out The Way” demonstram como dois extremos sonoros atingem o mesmo nível de intensidade.

Um dos meus álbuns preferidos este ano foi o de Jay Glass Dubs, “Dubs”. Um perfeito exemplo de desconstrução e abstraccionismo Dub. 

Seguindo a mesma linha e editado na Bokeh Versions do Sul de Londres (onde Jay Glass Dubs editou maior parte do seu trabalho), fiquei também bastante contente com o 12” de Seekersinternational, “RunComeTest”. 

Gostei bastante do segundo álbum de Equiknoxx, “Colón Man”. Dub, Dancehall, Juke… Uma misturada de sons com um toque de futurismo que se mantém inacreditavelmente coesa ao longo de todo o álbum.

Saliento também o “Mercury’s Rainbow” de Zomby , o “Brain Scan” do Pinch e o “Subtemple” de Burial.

E não posso deixar de mencionar álbuns que, apesar de não serem Dub, estiveram em modo Repeat, tais como Caterina Barbieri, Alessandro Cortini, Hotel Neon, Lawrence English… Tanta boa música!

TSD - Para fechar e como não podia deixar de ser. O que esperas para 2018?

T - A nível de trabalho pessoal, talvez um regresso do meu projecto 1Way. Usando o meu nome próprio tenho trabalhado noutras áreas musicais, o que continuará a acontecer este ano. 

Em relação a outra música, normalmente prefiro ir consumindo o que sai ao longo do ano, sem grandes expectativas, para evitar desilusões.




4ª Parte, assinada por Sven Ramsez, vindo de Enschede (NL):

Take a astep to Dub - Hi Sven, despite being a cliché question. What analysis do you make of the Bass scene in 2017?

Sven - I think the bass scene, especially the dubstep scene had a new high, so much good releases this year, i think its dubsteps second renaissance.

TSD - That said, what names and works stood you out during this year?

S - Without any order...

Labels: Encrypted audio, Version Collective, Deep Dark and Dangerous, Crucial Records;

Artists: Distinct Motive, Kloudmen, Mr K, Dalek One, Myxed Up, Reaction, Roklem Dubs, Hebbe, Melle, Bukez Finezt, Sleeper, Sepia.

TSD - To close... what are you waiting for 2018?

S - I think because of a good 2017, the scene is veey hungry now and it's possibly gonna top that year in quality.



3ª Parte, assinada por  Francisco Olivença de Lisboa:

Take a step to Dub - Boas Francisco, apesar de ser uma pergunta mais do que clichê, nesta altura do ano. Que análise fazes do universo Bass em 2017? 

Francisco - Este ano o universo Bass teve bons destaques a nível nacional com múltiplas entradas de Holly e Razat no Noisia Radio Show A nível internacional, Sorrow a manter a qualidade a que estamos habituados com a faixa "Want U Back", o regresso de Killsonik (Chasing Shadows) com "Never Dream Of Dying", a estranha mistura de géneros de My Nu Leng - "Senses" e do Projecto Unity de Culprate, que conta alem de outros produtores já conhecidos, e a colaboração da comunidade da Twitch.tv. Por fim o género abrangente leftfield bass, com o mindfuck do Former & Noisia - Pleasure Model e a profundidade de Om Unit com a voz calmante de Amos em What I Can Be. 

TSD - Como não podia deixar de ser. O que esperas para 2018? 

F - Para 2018, nunca se pode deixa de rezar ao deus Skream por um comeback no dubstep, a confirmação do nome e artista da musica apresentada por Kahn no Boiler Room Lima ao minuto 20 do set(a comunidade aponta para Commodo) e o álbum ou EP possa surgir juntamente com esta enigmática faixa. 

Em Portugal, desejo a evolução da Mais Baixo com mais e melhores festas!




2ª Parte, assinada por Augusto Sala, vindo de Curitiba (BR):

Take a step to Dub - Boas Augusto, apesar de ser uma pergunta mais do que clichê, nesta altura do ano. Que análise fazes do universo Bass em 2017? 

Augusto Sala - Acho que o Universo do Bass, tem estado em frequente transição ao longo dos anos, meio que uma ascensão, queda, e nova ascensão. A musica deixou de ser queimada pelo mainstream, e está se mostrando potente outra vez, um universo novo de sonoridades estão sendo exploradas, e isso só vai crescer ao meu ver, a música do futuro apenas se desenvolve.

TSD - Posto isto, quais foram os nomes e trabalhos, que mais se destacaram para ti, durante o ultimo ano? 

AS - Em relação a nomes e trabalhos, acho que a cena brasileira só tem crescido no Brasil, um dos pontos fortes é a SubVertentes, que une colectivos de todo o Brasil, para fazer uma festa (de graça) nas ruas de SP, trazendo todos os artistas para junto do moshpit com o publico... a sensação é indescritível!  

Apesar de existirem, vários artistas novos entrando na cena, os trabalhos que se destacam para mim são selos Encrypted, FatKidOnFire e a Deep Medi em geral.

TSD - Para fechar e como não podia deixar de ser. O que esperas para 2018? 

AS -  Para 2018, espero lançar meus primeiros projectos musicais, parando apenas com a selecta. Além disso espero também que o género continue a evoluir, e que as pessoas conheçam mais o estilo do grave.



1ª Parte, assinada por Pedro Santos do Porto: 

Take a step to Dub - Boas Pedro, apesar de ser uma pergunta mais do que clichê, nesta altura do ano. Que análise fazes do universo Bass em 2017? 

Pedro - Boas TSD, sinto que este ano cresceu ainda mais, estou a ver cada vez mais editoras a lançar em vinil, cada vez mais apostam em pessoal não tão conhecido, e as que já têm nome sempre a dar-nos boa qualidade, pelo menos fora de Portugal… mas tirando isso esta bom de saúde e recomenda-se! 

TSD - Posto isto, quais foram os nomes e trabalhos, que mais se destacaram para ti, durante o ultimo ano? 

P - O Ep do Ago na Innamind, a Unity Through Sound e a Rarefied lançaram aí boas cenas, e o meu bro Zygos que esta aí a partir a louça toda. 

TSD - Para fechar e como não podia deixar de ser. O que esperas para 2018? 

P - Espero que continue assim, que cresça da maneira como está a crescer, a pegar em influências de tudo, e desejo também que em Portugal cresça em relação ao movimento bass /Dubstep, que deixem de ter medo de apostar, que abram os horizontes para esta cultura.